{"id":64,"date":"2020-11-24T15:51:02","date_gmt":"2020-11-24T18:51:02","guid":{"rendered":"http:\/\/muitoalemdozap1.hospedagemdesites.ws\/?page_id=64"},"modified":"2021-04-01T17:39:24","modified_gmt":"2021-04-01T20:39:24","slug":"modulo-2","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/muitoalemdozap.com.br\/?page_id=64","title":{"rendered":"M\u00f3dulo 2"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1607706217688{background-position: center !important;background-repeat: no-repeat !important;background-size: cover !important;}&#8221; el_id=&#8221;c1&#8243;][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221; el_class=&#8221;sumircel&#8221;][vc_tta_accordion active_section=&#8221;0&#8243; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;Cap\u00edtulo 5 &#8211; Redes sociais: Youtube&#8221; tab_id=&#8221;1606157880528-43be14ca-14d8&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<div style=\"width: 100%; padding: 20px; height: auto; background: #f4f4f4; margin-bottom: 20px;\">\n<p><em>J\u00e9ssica Almeida<\/em><\/p>\n<p><strong>Resumo em 5 t\u00f3picos <\/strong><\/p>\n<p>1- O Youtube \u00e9 a maior plataforma de v\u00eddeos do mundo, com 2 bilh\u00f5es usu\u00e1rios por m\u00eas. Al\u00e9m de uma fonte de entretenimento e aprendizado, o servi\u00e7o movimentou a economia criativa ao abrir espa\u00e7o para que qualquer pessoa pudesse ser um produtor de conte\u00fado \u2013 e ganhar muitos likes e dinheiro com isso.<\/p>\n<p>2- Considerado a televis\u00e3o do s\u00e9culo 21, o site impacta diretamente a produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de conte\u00fado original. Se no passado todos aguardavam ansiosamente pelo lan\u00e7amento de m\u00fasicas de artistas famosos no Fant\u00e1stico ou na MTV, agora \u00e9 o Youtube que concentra todas as superprodu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>3- O servi\u00e7o se tornou uma ferramenta poderosa de aprendizado, com canais que oferecem conte\u00fados gratuitos, atualizados e din\u00e2micos.<\/p>\n<p>4- Navegue com modera\u00e7\u00e3o, sempre.\u00a0 Assim como nas redes sociais, o Youtube utiliza algoritmos para indica\u00e7\u00e3o de pr\u00f3ximos v\u00eddeos, e como eles sabem direitinho o que gostamos, passamos horas por l\u00e1. \u00c9 a nossa aten\u00e7\u00e3o e o nosso tempo que o Youtube vende para que os anunciantes mostrem seus produtos e servi\u00e7os.<\/p>\n<p>5- A plataforma tamb\u00e9m se tornou um espa\u00e7o prop\u00edcio para a dissemina\u00e7\u00e3o da desinforma\u00e7\u00e3o e de conte\u00fados de \u00f3dio, e mesmo com algumas medidas restritivas, ainda \u00e9 preciso ficar atento ao que se assiste por l\u00e1.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"width: 600px !important; height: 400px !important;\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6J3CIUqPxXc?controls=0\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Texto-base<\/strong><\/p>\n<p>Em 2005, um v\u00eddeo de apenas 18 segundos foi o primeiro publicado no Youtube. Nele, Jawed Karim, co-fundador da plataforma, conta timidamente sobre a sua experi\u00eancia em um zool\u00f3gico. Um ano ap\u00f3s <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=jNQXAC9IVRw\">\u201cMe at the Zoo\u201d<\/a>, Jawed Karim, Chad Hurley e Steve Chen venderam a plataforma para o Google por 1,65 bilh\u00e3o de d\u00f3lares. Em 15 anos, o Youtube transformou o v\u00eddeo no tipo de material mais visto na internet \u2013 diariamente, os usu\u00e1rios assistem cerca de 1 bilh\u00e3o de horas.<\/p>\n<p>Desde o seu nascimento, a plataforma possu\u00eda fun\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de rede social que permitiam, por exemplo, que os usu\u00e1rios incorporassem v\u00eddeos em seus blogs. A expans\u00e3o do Youtube incentivou milhares de mentes criativas a produzirem seus pr\u00f3prios v\u00eddeos, e a empresa do Google se transformou na televis\u00e3o do s\u00e9culo 21, com conte\u00fados gratuitos e dispon\u00edveis 24 horas por dia. E se voc\u00ea n\u00e3o curtir o v\u00eddeo, ainda pode deixar o seu coment\u00e1rio e interagir com outras pessoas.<\/p>\n<p>Enquanto os artistas mais famosos do mundo acumulam bilh\u00f5es de <em>views<\/em>, muitos an\u00f4nimos se esfor\u00e7am para se transformarem em youtubers. Os criadores de conte\u00fado profissional da plataforma produzem v\u00eddeos para os seus canais, que atraem intera\u00e7\u00f5es dos usu\u00e1rios, como<em> likes<\/em>, coment\u00e1rios e visualiza\u00e7\u00f5es.\u00a0 E, consequentemente, audi\u00eancia para os anunciantes. Esta \u00e9 a l\u00f3gica do modelo de neg\u00f3cio que permite ao Youtube remunerar quem leva o tr\u00e1fego de usu\u00e1rios para o site. Al\u00e9m disso, h\u00e1 a remunera\u00e7\u00e3o indireta, que os youtubers podem receber de patrocinadores, por exemplo. O n\u00famero de canais ganhando mais de 100 mil d\u00f3lares continua a crescer 40% ao ano, de acordo com dados da pr\u00f3pria empresa.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia dos criadores de conte\u00fado vai muito al\u00e9m do p\u00fablico que acompanha os canais. Com mais de 40 milh\u00f5es de inscritos em seu canal, Felipe Neto extrapolou as fronteiras do Youtube e hoje coleciona seguidores em outras redes sociais gra\u00e7as ao seu posicionamento pol\u00edtico e social.<\/p>\n<p>Outro ponto positivo \u00e9 que a plataforma deu espa\u00e7o para que pessoas que n\u00e3o tinham espa\u00e7o na grande m\u00eddia ganhassem voz. A canadense Molly Burke, por exemplo, possui 2 milh\u00f5es de inscritos no seu canal em que ela detalha suas aventuras e experi\u00eancias como uma mulher cega.<\/p>\n<p>Por muitos anos, a televis\u00e3o cativou a sua audi\u00eancia com telejornais, programas de audit\u00f3rio, novelas. Mas ao abrir espa\u00e7o para a criatividade dos seus usu\u00e1rios e democratizar o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, o Youtube transformou a forma como as pessoas consomem m\u00eddia.<\/p>\n<p>O brasileiro passa, em m\u00e9dia, 4h30 por dia conectado \u00e0 internet e desse tempo, 1h47 ele passa jogando videogame, assistindo ao Youtube ou V\u00eddeo On Demand. Isso coloca o Brasil na posi\u00e7\u00e3o de segundo maior mercado mundial na plataforma em horas assistidas.<\/p>\n<p>Na ind\u00fastria do entretenimento, a plataforma se tornou um hub que re\u00fane os grandes produtores de conte\u00fado do mundo, como BBC, Universal Music e Sony Music. Al\u00e9m da audi\u00eancia, o Youtube roubou da televis\u00e3o uma boa fatia dos anunciantes, que preferem dedicar seus or\u00e7amentos de marketing \u00e0s campanhas digitais segmentadas .<\/p>\n<p>Edutubers ajudaram a transformar o Youtube em uma ferramenta de aprendizado em um espa\u00e7o gratuito e democr\u00e1tico. Os canais costumam atualizar conte\u00fados de forma din\u00e2mica, com organiza\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica, intera\u00e7\u00e3o com usu\u00e1rios e uma linguagem muito mais pr\u00f3xima dos estudantes. Durante a pandemia do novo coronav\u00edrus, em 2020, as visualiza\u00e7\u00f5es di\u00e1rias m\u00e9dias de v\u00eddeos com ensino em casa no t\u00edtulo aumentaram mais de 120% globalmente.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 tamb\u00e9m muitos problemas. O YouTube vem sofrendo cr\u00edticas nos \u00faltimos anos por supostamente permitir a veicula\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos com discurso de \u00f3dio e teorias da conspira\u00e7\u00e3o. A empresa tamb\u00e9m sofre acusa\u00e7\u00f5es de manter os usu\u00e1rios em &#8220;bolhas&#8221;, refor\u00e7ando as recomenda\u00e7\u00f5es de v\u00eddeos similares e n\u00e3o remover conte\u00fado extremista. Anunciantes tamb\u00e9m boicotaram o servi\u00e7o quando an\u00fancios foram colocados ao lado de v\u00eddeos considerados inadequados pelas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em 2019, a plataforma precisou criar uma pol\u00edtica mais restritiva sobre conte\u00fados supremacistas ou que negassem a exist\u00eancia de atrocidades hist\u00f3ricas, como o Holocausto.<\/p>\n<p>Esta curadoria de conte\u00fados \u00e9 uma linha t\u00eanue dentro das redes sociais. De acordo com a companhia, as altera\u00e7\u00f5es nos algoritmos de recomenda\u00e7\u00e3o teriam reduzido o consumo de conte\u00fados &#8220;duvidosos&#8221; como curas milagrosas a doen\u00e7as graves, afirma\u00e7\u00f5es de que a Terra \u00e9 plana ou que fa\u00e7am alega\u00e7\u00f5es falsas sobre eventos hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dicas pr\u00e1ticas<\/strong><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<ul>\n<li>Voc\u00ea \u00e9 respons\u00e1vel pelo o que voc\u00ea publica. Se for postar v\u00eddeos, n\u00e3o utilize sua voz e influ\u00eancia para contribuir com a desinforma\u00e7\u00e3o, os linchamentos virtuais, os discursos de \u00f3dio e a dissemina\u00e7\u00e3o de conte\u00fados t\u00f3xicos.<\/li>\n<li>Se voc\u00ea quer usar o Youtube para divulgar sua empresa, saiba que \u00e9 poss\u00edvel conversar com segmentos selecionados da popula\u00e7\u00e3o. A plataforma colhe dados dos consumidores impactados, ajudando a gerar novas estrat\u00e9gias e campanhas.<\/li>\n<li>Isso faz com que seja poss\u00edvel anunciar no Youtube escolhendo os tipos de v\u00eddeos e canais em que a sua organiza\u00e7\u00e3o quer aparecer. Essa coleta de dados tamb\u00e9m \u00e9 objeto de cr\u00edticas, pois invadiria a privacidade dos usu\u00e1rios &#8212; ainda por cima com objetivos comerciais.<\/li>\n<li>Consuma conte\u00fado de forma cr\u00edtica e respons\u00e1vel. Sinalize os v\u00eddeos que possam estar violando a Pol\u00edtica de Uso do Youtube, disseminando conte\u00fados de \u00f3dio ou nega\u00e7\u00e3o de atrocidades hist\u00f3rias.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Para saber mais<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.hypeness.com.br\/2016\/04\/selecao-hypeness-10-canais-do-youtube-que-ensinam-coisas-novas\/\"><strong>10 canais do Youtube para voc\u00ea usar o tempo livre aprendendo coisas novas sobre a vida e o mundo<\/strong><\/a><strong>. <\/strong>Descubra como aprender pode ser divertido.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=BI0BRs6JZMk\"><strong>Como criar um canal no Youtube do zero?<\/strong><\/a> Se voc\u00ea tem algo a dizer para o mundo, que tal aprender como come\u00e7ar o seu pr\u00f3prio canal no Youtube?<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ZMC2kC6D-Gk\"><strong>Como postar v\u00eddeos no Youtube do jeito certo?<\/strong><\/a> O canal Fiquei em Crach\u00e1 d\u00e1 \u00f3timas dicas para voc\u00ea come\u00e7ar a postar v\u00eddeos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.techtudo.com.br\/listas\/2020\/07\/cinco-programas-gratis-para-editar-video-no-computador.ghtml\"><strong>Programas gratuitos para edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos<\/strong><\/a><strong>. <\/strong>O site Techtudo indica cinco softwares para produ\u00e7\u00e3o audiovisual no computador.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Cap\u00edtulo 6 &#8211; Redes sociais: Facebook&#8221; tab_id=&#8221;1606157880610-6470f049-1167&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<div style=\"width: 100%; padding: 20px; height: auto; background: #f4f4f4; margin-bottom: 20px;\">\n<p><em>J\u00e9ssica Almeida<\/em><\/p>\n<p><strong>Resumo em 5 pontos<\/strong><\/p>\n<p>1- Para muitas pessoas, Facebook \u00e9 a internet. \u00c9 agenda de eventos, \u00e1lbum de fotos, troca de textos, v\u00eddeos, not\u00edcias, uma rede social que movimenta bilh\u00f5es de d\u00f3lares. \u00c9 o espa\u00e7o em que \u00e9 poss\u00edvel acompanhar a vida do amigo da escola, o notici\u00e1rio mundial, v\u00eddeos fofos de gatinhos e participar de acalorados debates pol\u00edticos. Se voc\u00ea \u00e9 uma empresa, \u00e9 o lugar em que \u00e9 poss\u00edvel encontrar 2,7 bilh\u00f5es de consumidores em potencial.<\/p>\n<p>2- O Facebook n\u00e3o \u00e9 um servi\u00e7o gratuito. O Facebook se tornou uma das mais influentes companhias do mundo, e com poder de influenciar at\u00e9 o rumo pol\u00edtico das grandes democracias do planeta. Vale lembrar que a empresa de Mark Zuckenberg controla tamb\u00e9m o Instagram, o Messenger e o Whatsapp, o que significa muito poder nas m\u00e3os de uma s\u00f3 empresa.<\/p>\n<p>3- Os algoritmos est\u00e3o no controle. A curadoria do seu feed de not\u00edcias no Facebook \u00e9 feita pelos algoritmos, um sistema computacional inteligente que aprende com o seu comportamento na rede social e come\u00e7a a selecionar apenas posts que voc\u00ea vai interagir, curtir, comentar, compartilhar. Assim, voc\u00ea vai passar muito mais tempo navegando e exposto a muitos an\u00fancios.<\/p>\n<p>4- Aprenda a utilizar o Facebook a seu favor. No uso pessoal, entenda como o Facebook funciona e utilize a rede com consci\u00eancia cr\u00edtica, atento \u00e0s armadilhas postas ali em busca da sua aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>5- Para a sua organiza\u00e7\u00e3o, utilize o Facebook Business como uma ferramenta estrat\u00e9gia de marketing digital, capaz de aumentar o alcance e engajamento dos seus conte\u00fados.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"width: 600px !important; height: 400px !important;\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/DOh2f5ejxCw?controls=0\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>A mente brilhante de Mark Zuckenberg come\u00e7ou a rascunhar o Facebook nos dormit\u00f3rios de Harvard, nos Estados Unidos. Em 2004, a rede social era um servi\u00e7o restrito a estudantes de algumas universidades americanas, mas bastaram 4 anos para atingir 100 milh\u00f5es de usu\u00e1rios. Com a miss\u00e3o de dar \u00e0s pessoas o poder de construir uma comunidade e aproximar o mundo, o Facebook chegou a 2,7 bilh\u00f5es de pessoas conectadas e se tornou uma das companhias mais influentes e poderosas do planeta. Lembrando que o grupo de tecnologia tamb\u00e9m controla o Instagram e o Whatsapp.<\/p>\n<p>Os conte\u00fados que permeiam o nosso feed de not\u00edcias pautam as nossas rela\u00e7\u00f5es pessoais, viram assunto na mesa de jantar e at\u00e9 causam rupturas e brigas familiares. Basta recordarmos das elei\u00e7\u00f5es presidenciais de 2018 aqui no Brasil e como o nosso pa\u00eds vive atualmente uma animosidade entre os que pensam diferente. Sim, este \u00e9 um efeito potencializado pelo Facebook. A rede que nasceu com a miss\u00e3o de construir comunidades e conectar as pessoas enfrenta diversos problemas relacionados \u00e0 privacidade dos dados, ao alcance e poder dos algoritmos, desinforma\u00e7\u00e3o, discurso de \u00f3dio e modelo de neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Hoje o mundo passa cerca de 2h24 por dia, em m\u00e9dia, nas redes sociais. Precisamos ter a consci\u00eancia de que a nossa aten\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e0 venda e consumir o que est\u00e1 l\u00e1 de forma cr\u00edtica. O primeiro ponto \u00e9 entender o que \u00e9 um algoritmo.<\/p>\n<p>Conceitualmente, um algoritmo \u00e9 uma sequ\u00eancia de racioc\u00ednios, instru\u00e7\u00f5es ou opera\u00e7\u00f5es para alcan\u00e7ar um objetivo, sendo necess\u00e1rio que os passos sejam finitos e operados sistematicamente. Aparelhos como smartphones, computadores, smart TVs e tablets funcionam com sistemas baseados em algoritmos. Conforme novos comandos e possibilidades de uso surgem, significa que mais aprimorados e complexos est\u00e3o os n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o de um algoritmo.<\/p>\n<p>O Facebook foi a primeira rede social a usar algoritmos para categorizar os posts e utilizar crit\u00e9rios para definir o que seria ou n\u00e3o exibido para cada usu\u00e1rio. O objetivo era mostrar os conte\u00fados mais relevantes de acordo com o comportamento, prefer\u00eancias e engajamento do usu\u00e1rio. Eles s\u00e3o respons\u00e1veis por classificar todo o nosso comportamento, como curtidas, coment\u00e1rios, cliques, tempo que a gente permanece olhando para a tela. Os algoritmos entendem o que \u00e9 aderente ao nosso perfil e o que chama a nossa aten\u00e7\u00e3o. H\u00e1, ainda, um esfor\u00e7o para que os usu\u00e1rios cliquem nos an\u00fancios: este \u00e9 o modelo de neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais. Toda a combina\u00e7\u00e3o de dados que os algoritmos s\u00e3o capazes de analisar permite que se fa\u00e7am predi\u00e7\u00f5es sobre nossas prefer\u00eancias pol\u00edticas, estado de humor ou se estamos propensos a comprar um produto. N\u00e3o \u00e9 exagero dizer que os algoritmos sabem mais sobre voc\u00ea do que voc\u00ea mesmo. Quanto mais tempo voc\u00ea passa nas redes e quanto mais voc\u00ea interage, mais perigosa ser\u00e1 a sua rela\u00e7\u00e3o com a rede social.<\/p>\n<p>O Facebook vem contribuindo extensivamente com a crise de desinforma\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos anos. Uma an\u00e1lise do Buzzfeed nas elei\u00e7\u00f5es americanas de 2016 mostrou que, nos tr\u00eas \u00faltimos meses de campanha, 20 hist\u00f3rias falsas relacionadas \u00e0s elei\u00e7\u00f5es geraram 8,711 milh\u00f5es de compartilhamentos, rea\u00e7\u00f5es e coment\u00e1rios no Facebook \u2013 as que mais repercutiram foram \u201cWikileaks confirma que Clinton vendeu armas para o Estado Isl\u00e2mico\u201d e \u201cPapa Francisco choca o mundo e apoia Donald Trump\u201d. No Brasil,\u00a0 em que aproximadamente 66% dos brasileiros declararam utilizar as redes sociais como principal fonte de not\u00edcias, n\u00e3o surpreende que o pa\u00eds tenha enfrentado uma crise de dissemina\u00e7\u00e3o de not\u00edcias falsas na elei\u00e7\u00e3o de 2018, a ponto da alta comiss\u00e1ria de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, declarar que as elei\u00e7\u00f5es foram afetadas pela desinforma\u00e7\u00e3o, com a utiliza\u00e7\u00e3o de campanhas de desinforma\u00e7\u00e3o e rob\u00f4s nas redes sociais para influenciar opini\u00f5es e escolhas de eleitores individuais.<\/p>\n<p>Outra crise que a plataforma vem enfrentando \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao controle da privacidade dos usu\u00e1rios. Em 2018, cerca de 50 milh\u00f5es de pessoas tiveram suas informa\u00e7\u00f5es vazadas para a empresa de marketing pol\u00edtico Cambridge Analytica por meio de testes de personalidade na rede social. Sabe-se que a empresa brit\u00e2nica teria usado dados dispon\u00edveis no Facebook para tra\u00e7ar perfis psicol\u00f3gicos detalhados de eleitores dos Estados Unidos, na campanha pr\u00f3-Trump, e no Reino Unido, na campanha pr\u00f3-Brexit, encaminhando conte\u00fado espec\u00edfico para cada um desses grupos.<\/p>\n<p>Apesar de todas as pol\u00eamicas, o Facebook segue rejeitando seu papel de editor de conte\u00fado, e divulgou diversas iniciativas para tentar frear a dissemina\u00e7\u00e3o de not\u00edcias falsas. Como estrat\u00e9gia de enfrentamento \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o, aposta em campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es falsas na plataforma e incentivo \u00e0s ag\u00eancias checagem de not\u00edcias. A empresa afirma que investiu ainda em mudan\u00e7as em seus algoritmos para reduzir o alcance de manchetes ca\u00e7a-cliques, priorizando conte\u00fado produzido por usu\u00e1rios no lugar de conte\u00fado patrocinado.<\/p>\n<p>Para quem possui algum tipo de iniciativa ou neg\u00f3cio, o Facebook criou uma ferramenta exclusiva para que as empresas pudessem gerenciar seus an\u00fancios na rede social. Por l\u00e1, \u00e9 poss\u00edvel criar p\u00fablico-alvo, fazer publica\u00e7\u00f5es, responder clientes e criar an\u00fancios para o Facebook e tamb\u00e9m para o Instagram.<\/p>\n<p>Se a sua organiza\u00e7\u00e3o j\u00e1 tem uma p\u00e1gina no Facebook, \u00e9 s\u00f3 acessar o Gerenciador de Neg\u00f3cios para come\u00e7ar a criar a sua estrat\u00e9gia de marketing digital na rede. Uma das mais efetivas e simples \u00e9 o patroc\u00ednio de posts, em que \u00e9 poss\u00edvel investir uma verba para que o conte\u00fado alcance um p\u00fablico maior. A pr\u00f3pria plataforma mostra quantas pessoas o seu an\u00fancio pode atingir de acordo com o dinheiro investido.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, voc\u00ea pode selecionar a segmenta\u00e7\u00e3o que mais se adequa \u00e0 sua estrat\u00e9gia, como localiza\u00e7\u00e3o, renda, interesses pessoais, escolaridade, entre outras bem mais espec\u00edficas. No final do curso, indicamos alguns sites em que voc\u00ea pode aprender mais sobre a ferramenta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dicas pr\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Al\u00e9m de controlar o tempo que voc\u00ea dedica ao Facebook diariamente e como os conte\u00fados afetam a sua sa\u00fade mental, fique atento a medidas de seguran\u00e7a para proteger a sua conta, como escolher senhas fortes, n\u00e3o deixar o Facebook logado em computadores p\u00fablicos, checar quais s\u00e3o os apps t\u00eam acesso \u00e0 conta \u2013 e podem estar roubando os seus dados pessoais para uso de empresas terceiras \u2013 como no caso da Cambridge Analytica.<\/li>\n<li>Explore as ferramentas do Facebook Business. Aproveite a audi\u00eancia do Facebook e a possibilidade de segmentar os an\u00fancios para criar uma estrat\u00e9gia de marketing digital de sucesso para a sua organiza\u00e7\u00e3o. Mas lembre-se que o mais importante \u00e9 produzir conte\u00fados relevantes e que promovam uma conex\u00e3o sincera entre a sua marca e as pessoas.<\/li>\n<li>Saia da sua bolha. Sabemos que \u00e9 muito mais confort\u00e1vel viver em um feed de not\u00edcias repleto de gente que pensa como a gente, que acredita nas mesmas causas, defende os mesmos prop\u00f3sitos. Faz at\u00e9 a gente pensar que vive no mundo ideal, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Mas, infelizmente, esse n\u00e3o \u00e9 o mundo de verdade. Somos seres humanos, com pensamentos e ideias diferentes, pontos de vista contradit\u00f3rios, e o debate \u00e9 sempre algo saud\u00e1vel para todos n\u00f3s.<\/li>\n<li>Prefira espa\u00e7os sem conte\u00fado t\u00f3xico. Desde que os debates sejam em alto n\u00edvel, e n\u00e3o haja discursos de \u00f3dio ou desrespeito \u00e0s minorias, \u00e9 importante ouvir o outro lado. Cuide para que sua fala tamb\u00e9m seja serena. Precisamos, sim, nos preocupar com o impacto de de nossa presen\u00e7a digital em um sentido pol\u00edtico e social.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Para saber mais<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.camilaporto.com.br\/facebook-business\/\"><strong>Facebook Business<\/strong><\/a> A ferramenta do Facebook para gerenciar neg\u00f3cios na rede social oferece \u00e3s empresas a possibilidade de criar p\u00fablicos, cat\u00e1logos, fazer publica\u00e7\u00f5es, responder clientes e criar an\u00fancios n\u00e3o apenas para o Facebook, mas para outras redes como Instagram e WhatsApp.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=jSMp3ZZEsqU\"><strong>Como os algoritmos das redes sociais funcionam?<\/strong><\/a> Os algoritmos s\u00e3o respons\u00e1veis por selecionar o que vemos nos nossos feeds, em todas as redes sociais. Este v\u00eddeo explica de forma did\u00e1tica como eles funcionam e qual o impacto em nossas vidas.<strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Na Netflix, duas dicas para quem quiser saber mais sobre a hist\u00f3ria do Facebook e como a rede social transformou o mundo.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.netflix.com\/watch\/70132721?source=35\"><strong>A Rede Social<\/strong><\/a> Em uma noite de outono em 2003, o estudante de Harvard Mark Zuckerberg se senta em seu computador e come\u00e7a a trabalhar em um novo conceito que acaba se transformando em uma rede social global. Seis anos e 500 milh\u00f5es de amigos mais tarde, Zuckerberg se torna o mais jovem bilion\u00e1rio da hist\u00f3ria com o sucesso de sua rede social. Mas sua ascens\u00e3o sem precedentes traz complica\u00e7\u00f5es legais e pessoais.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.netflix.com\/title\/81254224\"><strong>O Dilema das Redes<\/strong><\/a> O document\u00e1rio entrevista ex-executivos das maiores empresas de tecnologia e professores para descrever o v\u00edcio e os impactos negativos das redes sociais sobre pessoas como resultados de estrat\u00e9gias criadas para manipular emo\u00e7\u00f5es e comportamentos e manter usu\u00e1rios conectados. Tudo isso como um modelo de neg\u00f3cio lucrativo e sem concorr\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Cap\u00edtulo 7 &#8211; Redes sociais: Instagram&#8221; tab_id=&#8221;1606159515657-8a435caf-a7e4&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<div style=\"width: 100%; padding: 20px; height: auto; background: #f4f4f4; margin-bottom: 20px;\">\n<p><em>J\u00e9ssica Almeida<\/em><\/p>\n<p><strong>Resumo em 5 pontos<\/strong><\/p>\n<p>1- Desde que o aplicativo foi criado, em 2010, passamos a conviver com feeds recheados de fotos e v\u00eddeos, stories que narram a rotina de amigos e famosos e muitas, muitas selfies e hashtags. O Instagram nos deixou \u00e0 vontade para compartilhar detalhes \u00edntimos de nossas vidas, e tamb\u00e9m criou perigosas armadilhas para a sa\u00fade mental. Como ferramenta de neg\u00f3cios para empresas, se tornou um espa\u00e7o precioso para engajar audi\u00eancias.<\/p>\n<p>2- Por que eu devo me preocupar com o uso excessivo do Instagram? <a href=\"https:\/\/www.pagbrasil.com\/pt-br\/insights\/relatorio-digital-in-2019-brasil\/\">Pesquis<\/a><a href=\"https:\/\/www.pagbrasil.com\/pt-br\/insights\/relatorio-digital-in-2019-brasil\/\">a <\/a><a href=\"https:\/\/www.pagbrasil.com\/pt-br\/insights\/relatorio-digital-in-2019-brasil\/\">recente<\/a> mostra que os brasileiros passam 2h30 por dia utilizando redes sociais. <a href=\"https:\/\/olhardigital.com.br\/noticia\/instagram-e-a-rede-mais-prejudicial-a-saude-mental-do-usuario-diz-estudo\/88738\">Outro estudo<\/a> revelou que o Instagram \u00e9 a rede mais nociva para a sa\u00fade mental dos mais jovens.<\/p>\n<p>3- Ou seja, passamos parte do nosso dia expostos a imagens e v\u00eddeos que enaltecem viagens, relacionamentos e jantares perfeitos, enquanto nos esfor\u00e7amos para equilibrar vida pessoal, trabalho, estudos e boletos. A vida das redes sociais n\u00e3o \u00e9 a vida real. Esse tema precisa ser cada mais vez mais discutido.<\/p>\n<p>4- Espera-se que o aplicativo continue tomando medidas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 privacidade e ao uso dados pessoais e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental das pessoas, como o fim da exibi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de curtidas nos posts.<\/p>\n<p>5- Outra tend\u00eancia \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados que criem conex\u00f5es cada vez mais sinceras entre influenciadores\/ empresas e seguidores. O Instagram \u00e9 a rede social com mais engajamento, portanto \u00e9 um canal digital extremamente poderoso para se relacionar com as pessoas, conquistar seguidores e estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o sincera com quem apoia a sua causa.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"width: 600px !important; height: 400px !important;\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZuHeXJcfwI8?controls=0\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Em 2010, os empreendedores americanos Kevin Systrom e Mike Krieger se juntaram para criar um aplicativo capaz de postar uma foto de forma r\u00e1pida e simples, al\u00e9m de uma interface que facilitasse o compartilhamento com os amigos. Ali nasceu o Instagram e a cultura dos <em>likes<\/em>. Em 2012, o Instagram foi vendido para o Facebook por 1 bilh\u00e3o de d\u00f3lares, quando o aplicativo tinha apenas 13 funcion\u00e1rios e ainda n\u00e3o dava um tost\u00e3o de lucro. Uma d\u00e9cada depois, o Instagram se tornou uma rede com 1 bilh\u00e3o de usu\u00e1rios e 20 bilh\u00f5es de d\u00f3lares de retorno em an\u00fancios.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos n\u00fameros impressionantes, a rede social contribuiu para grandes mudan\u00e7as em nossa sociedade. Por valorizar as imagens de qualidade no <em>feed<\/em>, o Insta incentivou o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico das c\u00e2meras fotogr\u00e1ficas em celulares, e muita gente escolheu investir em um smartphone com uma c\u00e2mera de alta resolu\u00e7\u00e3o para postar fotos das f\u00e9rias ou caprichar nas <em>selfies<\/em>.<\/p>\n<p><em>Selfies<\/em>, outra palavrinha que entrou para o nosso vocabul\u00e1rio. A rede social \u00e9 lotada de autorretratos, e a busca pela foto perfeita fez com que os filtros tamb\u00e9m evolu\u00edssem. Tudo bem que os <em>Stories <\/em>existiam no Snapchat, mas foi no Instagram que se tornaram extremamente populares. A rede deixou a gente \u00e0 vontade para compartilhar detalhes pessoais da nossa vida, e curiosos para descobrir o que as outras pessoas tamb\u00e9m est\u00e3o fazendo. \u00c9 como um di\u00e1rio aberto.<\/p>\n<p>Os<em> influencers <\/em>tamb\u00e9m ganharam voz, notoriedade e seguidores produzindo conte\u00fados relacionados a nichos espec\u00edficos, como moda, fitness, produtos naturais, cosm\u00e9ticos. A lista \u00e9 longa! Muitos influenciadores ganharam tanta visibilidade que cobram milhares de reais de empresas para produzir posts patrocinados, e usar seus perfis para \u201cvender\u201d o produto\/servi\u00e7o.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo da Royal Society For Public Health, de 2019, o Instagram \u00e9 a rede social mais prejudicial \u00e0 sa\u00fade mental dos usu\u00e1rios. O risco \u00e9 maior para os mais jovens, que tendem a comparar suas experi\u00eancias e sentir que a vida do outro \u00e9 sempre mais divertida, interessante e feliz.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o excessiva est\u00e1 relacionada ao aumento de casos de <em>bullying<\/em>, depress\u00e3o e ansiedade. Outra s\u00edndrome que ganhou notoriedade com a ascens\u00e3o da internet, das redes sociais e dos smartphones \u00e9 a FOMO, sigla em ingl\u00eas para <em>fear of missing out<\/em>, algo como medo de perder algo, ficar de fora de uma discuss\u00e3o importante.<\/p>\n<p>Outro sintoma do Instagram \u00e9 a busca pela \u201cfoto perfeita dos milhares de<em> likes<\/em>\u201d, que incentivou explos\u00e3o de apps para alterar a pr\u00f3pria imagem. Um f<em>eed <\/em>com diversas fotos de viagens, cabelo sem frizz, e \u00e0s vezes, at\u00e9 com um c\u00e9u mais azul, \u00e9 um cen\u00e1rio bastante frequente. A pr\u00e1tica \u00e9 t\u00e3o recorrente, que a express\u00e3o \u201cvida de Instagram\u201d tornou-se comum para falar sobre perfis que aparentam ter a vida dos sonhos.<\/p>\n<p>Mas esta n\u00e3o \u00e9 a realidade. Os jornalistas Lindsay e Jazzmine, do Buzzfeed americano, protagonizaram o v\u00eddeo \u201cDesafio: fingimos uma viagem para Londres no Instagram&#8221;, que alcan\u00e7ou mais de 3,7 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es. Sim, eles convenceram seus seguidores de que estavam em outro pa\u00eds: fotos em aeroporto, museu, cabine telef\u00f4nica, casa de ch\u00e1, restaurantes, entre outros.<\/p>\n<p>Precisamos continuar cobrando a\u00e7\u00f5es efetivas das plataformas, como o fim da visualiza\u00e7\u00e3o do n\u00famero de curtidas nos posts, uma altera\u00e7\u00e3o feita pelo Instagram para diminuir a competitividade e combater os efeitos colaterais da rede social. A produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado tem que valer mais do que a curtida e as pessoas precisam pensar em como esse conte\u00fado est\u00e1 afetando a vida dos outros e construindo uma imagem simplesmente virtual.<\/p>\n<p>Por fim, se voc\u00ea possui uma iniciativa ou organiza\u00e7\u00e3o, o Instagram t\u00eam tend\u00eancias que podem ser exploradas para alavancar o alcance de sua mensagem:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Lives<\/strong> Instagram n\u00e3o foi o pioneiro, mas em 2020, enquanto todo mundo amargava uma longa quarentena, foram as lives do Instagram que deram uma leveza para o mundo, com shows, entrevistas, not\u00edcias, debates e dicas aleat\u00f3rias.<\/li>\n<li><strong>Autocuidado<\/strong> A sa\u00fade mental est\u00e1 em pauta. Al\u00e9m das iniciativas das pr\u00f3prias plataformas, as pessoas est\u00e3o tomando mais medidas para diminuir o tempo na rede social e escolher melhor quem seguir. Isso significa que as organiza\u00e7\u00f5es que escolhem conversar com p\u00fablico no Instagram precisam estar atentas ao conte\u00fado produzido, de forma que seja inspirador e relevante.<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Transpar\u00eancia e Regulamenta\u00e7\u00e3o<\/strong> Sociedade, empresas e governos v\u00eam cobrando das plataformas mais transpar\u00eancia e responsabilidade sobre o uso dos dados. A internet sempre foi um espa\u00e7o livre, mas agora existem diversas iniciativas com objetivo de restringir conte\u00fados que promovam <em>bullying<\/em>, discursos de \u00f3dio, conte\u00fados impr\u00f3prios. Essa regulamenta\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 pol\u00eamica, e cada pa\u00eds vem seguindo suas pr\u00f3prias leis, enquanto as plataformas tentam encontrar o equil\u00edbrio em o que liberar e o que restringir.<\/li>\n<li><strong>Conex\u00f5es sinceras<\/strong> As pessoas buscam conte\u00fados reais, pr\u00f3ximos da sua realidade. <em>Influencers<\/em> que pregavam uma vida perfeita, com roupas de gripe e rotinas bem fora da realidade, passaram a perder credibilidade. Com isso, cresce a busca por perfis de gente real, que inspire e traga experi\u00eancias reais. Existe tamb\u00e9m um nicho ligado a causas, como a discuss\u00e3o do racismo, direitos dos LGBTQI+, veganismo, meio ambiente. Uma oportunidade de ouro para organiza\u00e7\u00f5es que carregam essas bandeiras.<\/li>\n<li><strong>Engajamento:<\/strong> Enquanto plataformas como Facebook e Twitter tem altos e baixos com suas audi\u00eancias, o Insta permanece como a rede social com maior engajamento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Dicas pr\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Use, mas n\u00e3o abuse: A melhor forma de usar as redes sociais sem ser t\u00e3o afetado psicologicamente \u00e9 selecionar quem deseja seguir. Tamb\u00e9m \u00e9 importante ter consci\u00eancia da import\u00e2ncia da privacidade. No Instagram, \u00e9 poss\u00edvel escolher se voc\u00ea quer que seu perfil seja p\u00fablico ou privado. Nos Stories, d\u00e1 para criar um grupo de amigos pr\u00f3ximos e compartilhar seus conte\u00fados apenas com essas pessoas.<\/li>\n<li>Se voc\u00ea \u00e9 parte de uma iniciativa ou organiza\u00e7\u00e3o, crie uma estrat\u00e9gia digital para usar o Instagram. Organiza\u00e7\u00f5es que decidem usar o Instagram como rede social devem entendem as particularidades da rede social, como o p\u00fablico-alvo e a linguagem, e produzir conte\u00fados relevantes e sinceros. Al\u00e9m disso, pelo grande engajamento do Insta, \u00e9 fundamental criar uma rotina de postagens e estar dispon\u00edvel para responder coment\u00e1rios e mensagens, em um di\u00e1logo aberto com quem segue a sua p\u00e1gina. Assim como o Facebook, \u00e9 poss\u00edvel patrocinar posts para atingir mais pessoas, o que \u00e9 uma forma de gerar ainda mais visibilidade para o p\u00fablico que interessa \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Seja criativo: A concorr\u00eancia pela aten\u00e7\u00e3o das pessoas \u00e9 alt\u00edssima, portanto pense em como se diferenciar no feed. No Stories, \u00e9 poss\u00edvel criar enquetes, campanhas de doa\u00e7\u00e3o, inserir m\u00fasicas e pesquisas. Ou seja, quanto mais voc\u00ea explora as funcionalidades, maiores as chances de estreitar o relacionamento e engajar mais pessoas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Para saber mais<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sebrae.com.br\/sites\/PortalSebrae\/ufs\/al\/artigos\/10-dicas-para-promover-o-seu-negocio-no-instagram,e11da535c0597510VgnVCM1000004c00210aRCRD\"><strong>Instagram para empresas<\/strong><\/a>. Guia do Sebrae com dicas de como utilizar o Instagram para o seu neg\u00f3cio. Site:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Kvqys7I-Jy8\"><strong>Instagram e Stories<\/strong><\/a>. A especialista Camila Renaux comenta neste v\u00eddeo como gerar resultados no Instagram.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=pu5P8O7z1WE\"><strong>10 formas de dobrar o engajamento no Instagram<\/strong><\/a>. A influencier Gabi Ferreira ensina alguns truques para melhorar o relacionamento com os seus seguidores. Vale a pena conferir.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/because.ag\/dicas-para-destacar-sua-organizacao-no-instagram\/\"><strong>Dicas para destacar a sua organiza\u00e7\u00e3o no Instagram<\/strong><\/a>. Atualmente, 80% dos usu\u00e1rios seguem perfis comerciais, portanto \u00e9 fundamental aprender como engajar as pessoas com a sua causa.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/Sociedade\/Comportamento\/noticia\/2019\/06\/6-dicas-para-proteger-sua-saude-mental-das-redes-sociais.html\"><strong>6 dicas para manter a sua sa\u00fade mental nas redes sociais<\/strong><\/a>. Reportagem de Galileu mostrar que \u00e9 poss\u00edvel permanecer nas redes sociais e ao mesmo tempo cuidar para que o Instagram n\u00e3o prejudique a sua sa\u00fade mental.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Cap\u00edtulo 8 &#8211; Redes sociais: Whatsapp&#8221; tab_id=&#8221;1606159815213-cb36c016-e0ab&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<div style=\"width: 100%; padding: 20px; height: auto; background: #f4f4f4; margin-bottom: 20px;\">\n<p><em>J\u00e9ssica Almeida<\/em><\/p>\n<p><strong>Resumo em 5 pontos<\/strong><\/p>\n<p>1- Criado em 2009, o WhatsApp nasceu como uma alternativa para a troca de mensagens via SMS. A ferramenta, que hoje re\u00fane 2 bilh\u00f5es de usu\u00e1rios, transformou a forma como nos comunicamos com o mundo e se tornou vetor de desinforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>2- As vit\u00f3rias de Jair Bolsonaro, aqui no Brasil, e Narendra Modi, na \u00cdndia, foram influenciadas por mensagens incendi\u00e1rias do WhatsApp, explorando o vasto alcance do aplicativo nesses pa\u00edses e, no caso brasileiro, o envio maci\u00e7o de mensagens, o que \u00e9 proibido pela lei eleitoral e termos de uso do aplicativo.<\/p>\n<p>3- Na \u00cdndia, tamb\u00e9m houve relatos de pelo menos 30 mortes relacionadas a rumores que circulavam no WhatsApp. Durante a pandemia pelo novo coronav\u00edrus, o aplicativo se tornou epicentro de desinforma\u00e7\u00e3o em v\u00e1rias partes do mundo.<\/p>\n<p>4- Uma caracter\u00edstica espec\u00edfica do \u201cZap\u201d \u00e9 a criptografia, ou seja, a codifica\u00e7\u00e3o das mensagens. Como elas s\u00f3 podem ser acessadas por quem envia e por quem recebe, fica dif\u00edcil controlar e regular o que efetivamente circula pelo aplicativo.<\/p>\n<p>5- Um aplicativo que conecta grupos de at\u00e9 256 pessoas, sem qualquer visibilidade p\u00fablica, \u00e9 por natureza, um canal para a circula\u00e7\u00e3o de teorias da conspira\u00e7\u00e3o, boatos ou conte\u00fados falsos. \u00c9 preciso aten\u00e7\u00e3o para esse tipo de conte\u00fado.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"width: 600px !important; height: 400px !important;\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pBAZeNTm9U8?controls=0\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>O WhatsApp foi lan\u00e7ado em 2009, e desde ent\u00e3o \u00e9 quase imposs\u00edvel pensar em uma vida sem o aplicativo. Um bilh\u00e3o de pessoas ao redor do mundo compartilham mensagens, fotos, v\u00eddeos, GIFs e links, e a informalidade, rapidez e a facilidade do WhatsApp contribu\u00edram para que a ferramenta se tornasse popular entre todas as gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>At\u00e9 uma etiqueta social foi criada especialmente para o uso do aplicativo. Silenciar grupos que falam demais, n\u00e3o deixar as pessoas sem retorno, conversar em linguagem de figurinhas e emojis. Uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o na forma como nos comunicamos.<\/p>\n<p>Mas, l\u00e1 no in\u00edcio, os fundadores pensaram em um app voltado para a comunica\u00e7\u00e3o interpessoal. At\u00e9 hoje os atuais donos &#8212; o Facebook &#8212; justificam que a fun\u00e7\u00e3o do aplicativo \u00e9 o contato um a um, j\u00e1 que 90% das mensagens tem essa finalidade.<\/p>\n<p>Com a inclus\u00e3o dos grupos, a ferramenta come\u00e7ou a ser um dos epicentros de uma crise global de desinforma\u00e7\u00e3o e de desconfian\u00e7a generalizada.<\/p>\n<p>Veja uma conta simples: imagine que todos os 256 membros de um grupo encaminhem uma not\u00edcia falsa para um grupo cada. E, ent\u00e3o, cada integrante desses grupos encaminhe para mais um grupo. Em quest\u00e3o de instantes, a fake news original ter\u00e1 alcan\u00e7ado 16 milh\u00f5es de pessoas!<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de tantas outras plataformas de m\u00eddia social, o WhatsApp foi desenvolvido para proteger a privacidade. As conversas criptografadas permitem que falemos livremente; mas tamb\u00e9m injetam um car\u00e1ter de sigilo e suspeita na esfera p\u00fablica.<\/p>\n<p>Enquanto Facebook, Twitter e Instagram t\u00eam maior possibilidade de controle,o WhatsApp permanece uma caixa preta em que os usu\u00e1rios podem conversar com mais franqueza. A confian\u00e7a nos grupos aumenta, enquanto outras institui\u00e7\u00f5es \u2013 como a imprensa, se tornam cada vez mais desacreditadas. Um novo senso comum se desenvolve, baseado na suspeita instintiva em rela\u00e7\u00e3o ao mundo al\u00e9m do grupo.<\/p>\n<p>Acredita-se que o WhatsApp foi o principal meio utilizado para disseminar a desinforma\u00e7\u00e3o nas elei\u00e7\u00f5es brasileiras de 2018. Acordos com operadoras permitem que a ferramenta seja oferecida gratuitamente at\u00e9 mesmo para quem tem restri\u00e7\u00f5es no plano de dados, o que amplia o alcance do aplicativo.<\/p>\n<p>Para quem pesquisa o assunto, medidas anti <em>fake news <\/em>do Facebook e Google podem ter empurrado o compartilhamento de mentiras para o WhatsApp, que n\u00e3o conta com qualquer tipo de monitoramento.<\/p>\n<p>Considerando que 66% dos brasileiros declararam utilizar as redes sociais como principal fonte de not\u00edcias, n\u00e3o surpreende que o pa\u00eds tenha enfrentado uma crise de dissemina\u00e7\u00e3o de not\u00edcias falsas em 2018, a ponto da alta comiss\u00e1ria de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, declarar que as elei\u00e7\u00f5es foram afetadas pela desinforma\u00e7\u00e3o, com a utiliza\u00e7\u00e3o de campanhas de desinforma\u00e7\u00e3o e rob\u00f4s nas redes sociais para influenciar opini\u00f5es e escolhas de eleitores individuais.<\/p>\n<p>A pedido da Universidade de Sa\u0303o Paulo (USP) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os fact-checkers da Age\u0302ncia Lupa analisaram o grau de veracidade de 50 imagens que circularam no WhatsApp entre os dias 16 de agosto e 7 de outubro de 2018, durante o primeiro turno eleitoral. Desse conjunto, apenas quatro eram comprovadamente verdadeiras. Oito das 50 imagens foram classificadas pela Lupa como inteiramente falsas.<\/p>\n<p>Reportagem da BBC passou uma semana em grupos p\u00fablicos do Whatsapp com apelo pol\u00edtico, em que links, \u00e1udios, fotos e v\u00eddeos eram compartilhados sem crit\u00e9rios ou checagens. A experi\u00eancia resultou na observa\u00e7\u00e3o de que milh\u00f5es de pessoas estavam expostas \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o, ataques \u00e0 imprensa tradicional, com capas de revistas falsas, imagens fomentando \u00f3dio \u00e0s minorias, guerra cultural com ataques sistematizados a artistas.<\/p>\n<p>As mentiras t\u00eam consequ\u00eancias na vida real: em 2020, durante a pandemia do Covid-19, uma teoria da conspira\u00e7\u00e3o sobre o lan\u00e7amento da tecnologia 5G afirmava que as antenas de telefonia m\u00f3vel eram respons\u00e1veis pela doen\u00e7a. Em todo o Reino Unido, as pessoas come\u00e7aram a atear fogo em mastros 5G, com 20 ataques incendi\u00e1rios apenas no fim de semana da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>O WhatsApp transformou a vida cotidiana da \u00cdndia. O aplicativo e outras m\u00eddias sociais tornaram-se vetores de dissemina\u00e7\u00e3o de discursos de \u00f3dio, misoginia e racismo no pa\u00eds que concentra o maior n\u00famero de usu\u00e1rios de redes sociais no mundo. O compartilhamento generalizado de boatos levou a uma onda de viol\u00eancia no pa\u00eds, com pelo menos 33 mortos em 69 incidentes entre janeiro de 2017 e julho de 2018, o que for\u00e7ou o WhatsApp a restringir o n\u00famero de vezes em que mensagens trocadas por meio do aplicativo podem ser encaminhadas.<\/p>\n<p>Estudo da <a href=\"http:\/\/www.lse.ac.uk\/media-and-communications\/assets\/documents\/research\/projects\/WhatsApp-Misinformation-Report.pdf\">London School of Economics and Political Science (LSE)<\/a> aponta que usu\u00e1rios do WhatsApp na \u00cdndia est\u00e3o predispostos a acreditar em desinforma\u00e7\u00e3o e a compartilhar informa\u00e7\u00f5es erradas sobre grupos discriminados, e independentemente da imprecis\u00e3o de fontes ou das postagens, as pessoas tendem a corresponder e validar a mensagem de acordo com seu pr\u00f3prio conjunto de preconceitos ideol\u00f3gicos, posi\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as carregadas de vieses.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o se repetiu durante a pandemia. Em 2020, \u00e0 medida que o novo coronav\u00edrus se espalhou pelo mundo, um inc\u00eandio de informa\u00e7\u00f5es falsas e n\u00e3o verificadas sobre a pandemia seguiu seu rastro. No WhatsApp, pessoas bem-intencionadas e temerosas seguem encaminhando mensagens com informa\u00e7\u00f5es falsas ou fora de contexto, como advert\u00eancias sobre medidas extraordin\u00e1rias inventadas que os governos podem tomar para manter as pessoas em suas casas at\u00e9 n\u00fameros falsos de mortes e rem\u00e9dios ineficazes.<\/p>\n<p>Neste caso, a onda de desinforma\u00e7\u00e3o levou o mundo a uma infodemia, e for\u00e7ou a empresa a impor um novo limite ao encaminhamento de mensagens. Atualmente, se um usu\u00e1rio receber uma mensagem encaminhada com frequ\u00eancia (mais do que cinco vezes), ele s\u00f3 poder\u00e1 envi\u00e1-la para um \u00fanico bate-papo por vez.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Dicas pr\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Resista \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de encaminhar mensagens sem refletir sobre o que voc\u00ea est\u00e1 fazendo. Por mais que o conte\u00fado seja importante, curioso, pol\u00eamico ou de interesse p\u00fablico, desconfie da proced\u00eancia. Recebeu um \u00e1udio de algu\u00e9m dizendo ser um m\u00e9dico e saber que descobriu a cura para o coronav\u00edrus, enquanto os cientistas do mundo inteiro est\u00e3o lutando por uma vacina? Desconfie e cheque o que os principais ve\u00edculos da imprensa est\u00e3o falando sobre o assunto.<\/li>\n<li>E se voc\u00ea descobrir que o conte\u00fado \u00e9 falso, compartilhe com o mesmo grupo que encaminhou a mensagem. \u00c9 importante ajudar os outros a desmascarar mentiras ou materiais fora de contexto. Avalie se \u00e9 o caso de avis\u00e1-las diante do grupo ou em privado, se o clima do grupo for mais hostil.<\/li>\n<li>Tome muito cuidado ao compartilhar textos, \u00e1udios, v\u00eddeos e fotos que possam ser comprometedores no futuro. Como j\u00e1 aprendemos, a criptografia de ponta a ponta do Whatsapp garante a privacidade das conversas dos usu\u00e1rios. Mas, em geral, as empresas de tecnologia t\u00eam mais autoriza\u00e7\u00e3o de uso sobre os nossos dados do que imaginamos. Al\u00e9m disso, a partir do momento que voc\u00ea divide uma informa\u00e7\u00e3o \u00edntima com algu\u00e9m, vai depender da outra pessoa para mant\u00ea-la em sigilo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Para saber mais<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/blog.whatsapp.com\/?lang=pt_br\">Blog do Whatsapp<\/a>. Se voc\u00ea quer saber novidades sobre o aplicativo, v\u00e1 direto \u00e0 fonte.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/vazafalsiane.com\/conteudos2\/abrindo-a-caixa-preta-do-whatsapp\/#9.9\">Curso Vaza, Falsiane<\/a>. Vale a pena conhecer o conte\u00fado completo do curso, mas esse m\u00f3dulo sobre o Whatsapp \u00e9 imperd\u00edvel!<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.intercom.org.br\/sis\/eventos\/2019\/resumos\/R14-1275-1.pdf\">Imp\u00e9rio Opaco: mapeamento da expans\u00e3o da rede bolsonarista no WhatsApp<\/a>. Artigo de Rodrigo Ratier, professor da Faculdade C\u00e1sper L\u00edbero, um dos fundadores do curso Vaza, Falsiane e conteudista deste curso.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/eleicoes\/2018\/noticias\/bbc\/2018\/10\/06\/fake-news-na-eleicao-uma-semana-dentro-de-272-grupos-politicos-no-whatsapp.htm\">Fake news na elei\u00e7\u00e3o: uma semana dentro de 272 grupos pol\u00edticos no Whatsapp<\/a>.\u00a0 Em 2018, equipe da BBC Brasil acompanhou o que os membros dos grupos pol\u00edticos compartilhavam durante a elei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=HNCYAVcT_Is\">A desinforma\u00e7\u00e3o do Whatsapp e Facebook<\/a>. Felipe Castanhari, do canal Nostalgia, explica como a cultura do compartilhamento r\u00e1pido de not\u00edcias falsas est\u00e1 acabando com os fatos.[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion][vc_empty_space height=&#8221;50px&#8221; el_class=&#8221;sumircel&#8221;][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1607706217688{background-position: center !important;background-repeat: no-repeat !important;background-size: cover !important;}&#8221; el_id=&#8221;c1&#8243;][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;40px&#8221; el_class=&#8221;sumircel&#8221;][vc_tta_accordion active_section=&#8221;0&#8243; collapsible_all=&#8221;true&#8221;][vc_tta_section title=&#8221;Cap\u00edtulo 5 &#8211; Redes sociais: Youtube&#8221; tab_id=&#8221;1606157880528-43be14ca-14d8&#8243;][vc_column_text] J\u00e9ssica Almeida Resumo em 5 t\u00f3picos 1- O Youtube \u00e9 a maior plataforma de v\u00eddeos do mundo, com 2 bilh\u00f5es usu\u00e1rios por m\u00eas. 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